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10.09.2019
Crenças limitantes: saiba como elas podem impactar sua vida profissional

Pensamentos inconscientes, que consideramos verdades absolutas, são introduzidos em nossa mente ao longo da vida; se não desconstruídos podem virar empecilho para crescimento profissional

Você já se deparou com uma decisão importante mas, simplesmente, se negou a tomá-la por se sentir extremamente incapaz? Já recusou um projeto de trabalho disputadíssimo pela concorrência por acreditar que não era apto para a empreitada? Nunca se permitiu à experimentar o novo devido ao temor em sair de sua zona de conforto? Se respondeu sim para uma ou todas as perguntas, pode estar impregnado de pensamentos e convicções que impedem seu crescimento, as chamadas crenças limitantes.

De acordo com o consultor de pequenas empresas, Wellington Alves Costa, as crenças limitantes, na grande maioria das vezes, são pensamentos inconscientes que consideramos verdades absolutas. Eles são introduzidos em nossa mente, ao longo da vida, e, no futuro, aparecem como mecanismos de defesa para que possamos evitar frustrações. “Em algum momento do passado a pessoa pode ter sofrido algum trauma específico e, agora, toda vez que esse gatilho é acionado, o subconsciente dá um jeito de tentar bloqueá-lo”, explica o consultor acrescentando que este tipo de comportamento não tem uma causa específica e pode ser percebido em qualquer pessoa. “Uma criança, por exemplo, que vê os pais brigando com frequência pode crescer e chegar à fase adulta acreditando que seus relacionamentos nunca vão dar certo. Há ainda aquelas que, pelo fato de sempre tirarem nota baixa em matemática, excluem a possibilidade de seguir carreira na área de exatas por acreditarem que nunca se darão bem com os números”, cita.

Ainda segundo Wellington, a própria sociedade impõe alguns padrões que podem gerar inúmeras crenças limitantes. A indústria da beleza é uma das principais responsáveis por estipular esses parâmetros quase inalcançáveis. “Quando o indivíduo coloca em sua cabeça que jamais vai conseguir ter aquele corpo perfeito, está imerso em um tipo de crença que impossibilita qualquer outra forma de satisfação que não seja aquela, com alguns quilos a menos”, completa.

O resultado de viver cedendo às crenças limitantes pode ser catastrófico no mundo dos negócios. Isso porque o profissional que se limita nunca conseguirá atingir seus objetivos e viverá frustrado. “Essa pessoa erroneamente pensa que se algo deu errado uma vez, é sinal que sempre vai acontecer isso, não importa o que seja feito de maneira diferente. Ela irá desistir em todos os momentos que se deparar com uma dificuldade, por achar que não tem capacidade de reverter a situação”.

Como superar

Para Costa, o primeiro passo para quem está cansado de deixar as oportunidades da vida passarem devido aos pensamentos restritivos, é pensar em momentos onde não fez o que queria e refletir o porquê desse comportamento. De posse dessa informação, vale, até mesmo, anotar o motivo em um papel.

Na sequência, á importante reconhecer que essa justificativa não passa de um pensamento que foi inconscientemente tido como verdade, mas que não se trata de um fato concreto. “Depois de identificar a crença limitante que atravanca seus caminhos, procure pensar racionalmente e comece a contestá-la para comprovar que não há nada de real nela – apenas algo plantando na sua cabeça”, explica. Nesse processo, vale muito a pena exercer o autoquestionamento com perguntas do tipo: ‘Essa crença tem fundamento?’ ‘Desde quando eu penso assim?’ ‘Será que essa crença mais ajuda ou atrapalha?’

A seguir, Wellington afirma ser interessante avaliar se vale a pena abrir mão do objetivo traçado por conta de uma crença limitante. “Será que se agarrar a um pensamento negativo não vai fazer com que você deixe oportunidades passarem? Não pode fazer de você uma pessoa menos feliz? É importante perceber as consequências de uma vida baseada em falsas verdades. Só assim será possível girar a chave rumo a mudança”, enfatiza.

Outra dica do especialista para quem deseja substituir os pensamentos destrutivos por crenças fortalecedoras é trocar a frase negativa por algo inspirador. “Ao invés de dizer ‘não posso, não consigo’, diga ‘eu posso, pois confio no meu potencial”. Uma vez que o indivíduo cria o hábito de transformar as frases que o impedem em uma atitude construtiva, ou seja, se descontrói, é interessante correr pequenos riscos, se propor à pequenos desafios. “Se você acha, por exemplo, que uma ideia, quando colocada em prática, não vai dar certo, que tal verificar se isso é verdade? Pode ser que você se surpreenda positivamente. É sempre melhor tentar do que conviver com a ideia frustrante de que ficou paralisado por simples medo de falhar”.

Segundo o consultor, à medida que o indivíduo fica mais confortável em cumprir pequenos desafios, que o tiram, mesmo que minimamente, da zona de conforto, passa a romper com os pensamentos que até então o limitavam. “Ele irá perceber que existe um mundo muito maior e mais repleto de possibilidades do que ela imaginava. Com essa mudança de postura, [o indivíduo] passa a olhar para as coisas que deixou de fazer no passado e constatar que poderia ter arriscado mais e se envolvido em oportunidades que, infelizmente, não voltam”.

Ainda conforme Costa, quem não se limita fica com o senso criativo mais aguçado e perde, inclusive, o temor de fazer aquilo que ninguém ainda fez. “Para ser pioneiro é fundamental não ter medo, já que você está pisando em um solo inexplorado”, acrescenta Wellington afirmando que esse processo de mudança não acontece do dia para a noite. “Ele é demorado, exige tempo e dedicação, mas sempre é necessário para o crescimento”.

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