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18.11.2020
Após Kalil sinalizar ajuda ao comércio ABRASEL-MG retira ação judicial contra PBH

Medida judicial exigia isonomia entre as atividades de autosserviço. Prática está proibida nos restaurantes a quilo desde 20 de março, porém continua sendo liberada em vários outros setores

 

Após o prefeito Alexandre Kalil (PSD) afirmar no último domingo (15) que um dos principais compromissos de seu segundo mandato será retomar o comércio em Belo Horizonte, severamente impactado durante a pandemia, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (ABRASEL-MG), retirou da justiça a ação movida contra a prefeitura que exige isonomia entre as atividades de autosserviço. A prática está proibida nos restaurantes a quilo desde 20 de março, porém continua sendo liberada nas farmácias, padarias e supermercados.

Segundo o presidente da ABRASEL-MG, Matheus Daniel, o setor se coloca à disposição para construir soluções no intuito de salvar bares e restaurantes, garantir empregos e, acima de tudo, preservar vidas. No entanto também precisa que o comitê de epidemiologistas da PBH também esteja aberto ao diálogo para que juntos todos tenham um melhor entendimento sobre o assunto.  “Não é aceitável que a colher de servir arroz seja a grande vilã da transmissão do coronavírus. Se nosso cliente passar álcool em gel nas mãos, calçar luvas descartáveis e usar máscara ao se servir, qual seria o risco? A própria Organização Mundial da Saúde já afirmou que o alimento não é responsável por contaminação. Será que o self-service é mais perigoso do que os ônibus lotados aos quais a população diariamente está exposta?”, questiona.

Matheus pede ainda a flexibilização do horário de funcionamento do setor. Como justificativa ele alega que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estendeu o horário de votação nas eleições do último domingo (15), entre 7h e 17h, para que não houvesse aglomeração. “Sendo assim por que então os bares devem ter seu horário de funcionamento reduzido? Não seria muito mais óbvio dividir a demanda permitindo que o setor funcionasse até meia noite por exemplo? O protocolo atual faz com se aumente a concentração de pessoas no mesmo horário.

Outro questionamento do empresário diz respeito aos horários nos quais a venda de bebida alcoólica é permitida durante a semana. Atualmente a liberação é válida de segunda a sexta-feira somente a partir das 17h. Já aos sábados e domingos a partir de 11h. “Por que não permitir essa venda de segunda a sexta-feira partir das 11h? Qual a diferença técnica para o fim de semana? Ou então por que não permitir a venda de bebidas de 19h a meia noite, mantendo assim as mesmas cinco horas de venda, mas em um horário que é melhor para o setor. Essas questões lógicas precisam ser esclarecidas. Mas para isso é preciso haver o diálogo”.

 

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