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27.04.2020
ABRASEL-MG é favorável à programa de Zema para retomada gradual do comércio

Segundo presidente da entidade, Ricardo Rodrigues, prefeituras devem optar por retomada de forma transparente, sempre atentas à evolução da COVID-19

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (ABRASEL-MG), Ricardo Rodrigues, se manifestou favorável ao programa ‘Minas Consciente’, anunciado pelo governador do Estado, Romeu Zema (Novo) nessa quinta-feira (23). O plano propõe a retomada de forma gradual para alguns setores da economia, afetados pela pandemia do coronavírus. Os serviços que serão liberados foram divididos em quatro ondas: primeiro os essenciais, seguidos pelos de baixo, médio e alto risco. A autorização para que os estabelecimentos funcionem dependerá apenas de decreto municipal e poderá ser acelerado, mantido ou até recuado, dependendo do avanço da COVID-19 no estado.

Segundo Rodrigues, a medida proposta por Zema é, sobretudo, assertiva e inteligente. Como o isolamento social, [estratégia para impedir o colapso do Sistema de Saúde], já mostra bons resultados em nosso estado [o ritmo de infectados proporcionais pela COVID-19 desde o dia 20 de março, data em que o isolamento teve início, tem sido menor em Minas Gerais e em Belo Horizonte do que a média nacional e consideravelmente inferior ao do Rio de Janeiro e de São Paulo] agora é a hora do Poder Público cuidar das pessoas jurídicas, também fortemente lesadas por essa crise.

Nesse sentido, o empresário, que também está à frente do Restaurante Maria das Tranças, no bairro São Francisco, região da Pampulha, espera que todas as prefeituras das 853 cidades de Minas entendam que a recomendação do Estado foi construída com base em estudos e análises chanceladas internacionalmente. “Entretanto é fundamental que as administrações municipais façam essa retomada de forma transparente, observando, por exemplo, se a ocupação dos leitos públicos [do município] com pacientes acometidos pelo coronavírus não está superior a 50%. Caso contrário, a opção deve ser por manter o isolamento”, ressalta.

Ainda segundo Ricardo, se mesmo após a reabertura do comércio de forma gradual, ocorrer um aumento considerável do número de infectados e óbitos pela COVID-19 em uma região específica, todo e qualquer plano de reativação da economia deve ser recuado. “Vidas devem ser colocadas em primeiro lugar, como de fato vem sendo”, destaca.

O que as autoridades também não podem ignorar, segundo o presidente da ABRASEL-MG, é a necessidade urgente das empresas por sobrevivência. “Cerca de 30% dos estabelecimentos de alimentação fora do lar já foram ‘achatados’ por não terem saúde financeira suficiente para suportar esses quase 40 dias sem faturamento. Faltou a esses estabelecimentos os ‘respiradores’ que tanto se tornaram preciosos no salvamento de vidas afetadas pelo vírus. Será que agora eles chegam?”.

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