Octaviano Cruz, médico nutrólogo da capital mineira explica diferença entre intolerância à lactose alergia ao leite e aponta que nem sempre é necessário retirar o leite e seus derivados da dieta

 
As prateleiras dos supermercados estão recheadas de produtos sem lactose e as pessoas têm falado mais sobre o assunto. Pesquisas brasileiras apontam que grande parte dos adultos no país têm algum tipo de intolerância à lactose mesmo que no país o material genético seja bem misturado. É por isso que a intolerância a lactose entre os brasileiros é menos frequentemente que na Europa, por exemplo. Mas você sabe a diferença da intolerância à lactose e a alergia ao leite?
Uma vez que o leite é identificado como vilão, é necessário descobrir qual é a propriedade no leite que o corpo do paciente está rejeitando. Octaviano Cruz, médico nutrólogo que atende em Belo Horizonte, afirma que é importante além de identificar os problemas relacionados ao estômago, também observar outros sintomas, como tosse, falta de ar, urticárias, inchaço no corpo e coceira. Esses últimos, cutâneos e respiratórios, estão relacionados à alergia ao leite, que é causada pela incapacidade do organismo de digerir as proteínas do alimento. Nesse caso, a quantidade ingerida não influencia nos problemas que podem ser desencadeados. “Um copo ou 50ml de leite podem fazer mal da mesma forma ao organismo da pessoa alérgica, logo o alimento e seus derivados devem ser completamente descartados da dieta do paciente”, afirma o médico.
Para quem tem intolerância à lactose, mas não resiste a um bom copo de leite, o problema é menos grave. A intolerância à lactose ocorre pela falta de lactase, enzima responsável pela quebra da lactose, que nada mais é que o açúcar do próprio leite. Sabendo disso, resolver o problema se torna mais simples de se resolver. Hoje existem no mercado alguns substitutos para quem tem intolerância à lactose, como o leite de soja ou leites com até 90% a menos de lactose. Assim, o intolerante não precisa cortar alimentos que tenham leite em sua composição e nem o cortar de sua dieta. Mas, nos dois casos, é necessário se manter em alerta: o leite é a principal fonte de cálcio para o nosso organismo e uma vez que ele é cortado ou consumido em menos quantidade em nossa dieta, precisamos encontrar outros alimentos que forneçam essa propriedade.
Por isso, a recomendação de Octaviano Cruz para contornar a situação é consumir mais soja e vegetais verde-escuros, eles são ricos em cálcio e vitamina B2. Outros alimentos que possuem essas ou outras propriedades presentes no leite, como proteínas e vitamina D, são o feijão, ervilhas, gergelim, nozes, amêndoas, certos frutos do mar como salmão, sardinha, mariscos, que são ricos em vitaminas D, alguns temperos como manjericão, salsa, alecrim e orégano e ovos, que são excelentes fontes de cálcio.
Um alerta do médico para os pacientes é ficar atento ao analisar o diagnóstico, pois o exame de teste de tolerância a lactose muitas vezes tem resultado falso positivo, sendo muito importante a avaliação clínica antes que a pessoa seja taxada como intolerante.
 
Serviço:
 
Dr. Octaviano T. N. B. Cruz
CRM 66.774
 
– Tratamento da Obesidade e Emagrecimento
– Nutrologia do Esporte, Gestante e Idoso
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